Da vida não quero muito. Quero apenas saber que amei e tive tudo o que esteve ao meu alcance e perdi apenas o que no fundo nunca foi meu. Porque amor é justamente isso, é ficar inseguro, é ter aquele medo de perder a pessoa todo dia, é ter medo de se perder todo dia. É você se ver mergulhado, enredado, em algo que você não tem mais controle. Mas aí o que fazemos? Amamos com limite para não sofrer. Mas eu prefiro muito mais quem se ilude a quem é cético; precisamos desta ilusão que é justamente aceitar o risco que estamos correndo.
Fabrício Carpinejar
Relógio
segunda-feira, 21 de março de 2011
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